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ELES TÊM UM DESIGN SUPER TROPICAL! #NEW29/06/18

A GENTE TE APRESENTA MARCELO BATISTA E RICARDO DONATO

Dois novos nomes criativos vêm chamando a nossa atenção. Marcelo Batista e Ricardo Donato foram, literalmente, unidos pelo design. Pois, se conheceram em 2008 na Argentina, num Congresso Internacional de Design, o TMDG, que tem todo ano em Mar Del Plata.

Ricardo Donato e Marcelo Batista

Em 2010, a dupla novamente se reencontrou em uma pós-graduação em processos criativos e desde então a vida vem promovendo esse reencontro. “O Ricardo trabalhava na Greco Design, e eu tinha uma agência. Depois ambos ficamos trabalhando como free-lancer, e  a gente começou a dividir os trabalhos e juntar forças e trabalhar isso de forma horizontal, criativa, fazer um trabalho colaborativo, mais rico”, contou Marcelo ao ND.

Atualmente eles sãos os nomes por trás do Tropical Design Club. “A gente fez uns 50 nomes pra chegar nesse que resume bem o que a gente quer. O Brasil além do clichê, da garota de Ipanema, da popozuda... A gente quer trabalhar o Brasil com sua identidade global, com toda essa riqueza que a gente tem. A ideia do “Club” é conectar pessoas criativas que a gente acredita, admira com os trabalhos que a gente faz. A gente acredita que isso é futuro, a nova forma de trabalhar...”, acrescenta Marcelo. 

Engana-se que a dupla se restringe ao design. “Além dos trabalhos comerciais, algo muito legal que temos feito são cursos em parceria com Behub. No início do ano fizemos a curadoria do Be.Cool - Caçadores de  Tendências (http://bit.ly/2K6Vtvz) e devemos lançar um novo curso em agosto sobre Processos Criativos”, finaliza Marcelo ao site.

Um dos trabalhos feitos pela dupla

                                                    

 

Abaixo a gente apresenta o manifesto criado pela dupla!

 

Um basta a colonização! 

Toda forma de expressão cultural é válida, apropriada e remixturada.

Só a Antropofagia o protocolo nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente. Faça as suas próprias ferramentas, mas não a faça sozinho. Consulte a rede. Faça em rede. Compartilhe na rede.

Ser regional e puro em nossa época já não faz mais sentido. Troque o regional pelo glocal. Alinhe suas ideias às margens de um mundo periférico. Fuja do centro. Explore a outra extremidade. Seja marginal. Lute pelo seu instinto caraíba.

Emergência! Um choque rápido ou a nota cai… uma descarga elétrica para conectar nosso desígnio ao mundo. Basta! Promova o hackeamento das classes e todos os seus modelos arruinados e nitidamente esperneados. 

Amor, por favor, não desligue o smartphone.

Ocupar é resistir. A vontade de mudar e transformar o nosso entorno é maior que o calor tropical que nos conforta e assola. Aceite o rebolado ou vaza! A baixa cultura é alta… empodera, traz orgulho e verdade. O mundo não é plano, mas o sistema precisa ser horizontal, plural e trans. Realizada essa etapa, o problema será outro.

Mal da terra, salve-nos dos seus olhos verticais e dedos em riste!

O que queremos para o Brasil é um estado de inocência, o ócio contemplativo, o pitoresco. Substituindo o estado de graça que pode ser uma atitude do espírito — ou não! Da fraude nascendo o jeitinho que morre e renasce como panaceia.

E que da panaceia nasça Tropical Design Club.

 

#olhoneles

 

JR MENDES (DA REDAÇÃO)

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