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BEAGÁ UMA CAPITAL DO MUNDO TODO08/06/18

GABRIEL AZEVEDO FALA DAS FESTAS TEMÁTICAS QUE AGITAM A CIDADE

A caminho dos seus bem vividos 121 anos, Belo Horizonte é uma cidade jovem em comparação com São Paulo, Salvador ou Rio de Janeiro, capitais bem mais antigas. Apesar da pouca idade, temos algumas tradições que se consolidaram nos últimos anos. Entre as que mais aprecio estão as festas temáticas, dedicadas às comunidades estrangeiras que escolheram BH para se fixar.

Festa de Israel

Costumo comparecer a quase todas, sempre que posso, pois gosto de saborear comidas e bebidas típicas e conhecer um pouco da cultura de cada povo. Festa Italiana, Festa de Israel, Festa Francesa e até o Saint Patrick’s Day, que acabou se transformando em um evento mais diversificado, mas que ainda carrega traços da cultura irlandesa.

Neste ano, infelizmente, em razão do movimento dos caminhoneiros e do desabastecimento de combustível e outros itens, a Festa de Israel não foi realizada, mas uma nova data será anunciada em breve. E há pelo menos mais duas festas típicas nos próximos dias que devem ser prestigiadas. São encontros divertidos e sempre com muita gente, que dão vida à capital. Por isso lamento a suspensão da Festa de Israel.

Mas, no dia 1° de julho, teremos a Festa Italiana, no quarteirão entre avenida Cristóvão Colombo e rua Professor Moraes, na Savassi. Será a 12ª edição do encontro, prova de que se tornou uma tradição em BH. Além da presença dos principais restaurantes de comida italiana da cidade, a programação terá música e danças típicas.

Festa Italiana foi adiada, mas vai acontecer

 

Em julho será a vez da festa “estrangeira” mais antiga de BH, a francesa, que ocorrerá justamente no dia 14, data nacional da França, quando se comemora a queda da Bastilha. A celebração será à noite, na Praça José Mendes Júnior, no Funcionários. Será a 19ª  edição do evento. Desta vez, não será na Savassi, onde várias ocorreram.

E que venham mais festas típicas. Tivemos neste ano o 1º Festival de Comida e Cultura Sírio-Libanesa de BH, em abril, e o Festival do Japão em Minas, em fevereiro. Que estas celebrações se tornem perenes no calendário de Belo Horizonte. São uma ótima maneira de celebrar a diversidade e as muitas origens de quem optou pela cidade para viver.

#emfesta

GABRIEL AZEVEDO (COLAB ESPECIAL)

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